História oral, inteligência artificial e valores éticos: por uma metodologia atenta ao tempo da escuta e da pesquisa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21726/rcc.v15i2.2939

Palavras-chave:

história oral, inteligência artificial, escuta, metodologia de pesquisa, ética

Resumo

O artigo examina os riscos associados à naturalização do uso de tecnologias de inteligência artificial na história oral, enfatizando suas implicações éticas, políticas e epistemológicas. Sustentando que tais implicações incidem diretamente sobre o núcleo constitutivo da prática, propõe uma agenda mínima de princípios orientadores que articule resistência e estratégias de redução de danos. A reflexão culmina na defesa da ética da escuta e da temporalidade lenta como condições indispensáveis à produção de conhecimento em história oral.

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Biografia do Autor

Ricardo Santhiago, Universidade Federal de São Paulo

Professor da Unifesp, do Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Universidade de São Paulo (USP) e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

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Publicado

2026-10-06

Como Citar

Santhiago, R. (2026). História oral, inteligência artificial e valores éticos: por uma metodologia atenta ao tempo da escuta e da pesquisa. Revista Confluências Culturais , 15(2), 43–64. https://doi.org/10.21726/rcc.v15i2.2939

Edição

Seção

Artigos de Fluxo Contínuo