Histomorfologia do reparo após tratamento endodôntico em dentes com rizogênese incompleta: Revisão de literatura

Autores

  • Verônica Milicich SEIBEL
  • Renata Grazziotin SOARES
  • Orlando LIMONGI

DOI:

https://doi.org/10.21726/rsbo.v3i2.1317

Palavras-chave:

terapia endodôntica; reparo; apicificação; dentes humanos imaturos.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica sobre a
histomorfologia do reparo de dentes com rizogênese incompleta que
receberam tratamento endodôntico. Embora o mecanismo histológico do
reparo ainda permaneça relativamente obscuro e sua explicação encontre
controvérsia na literatura, há o consenso de que a barreira de tecido
duro apical pode ser formada por dentina ou cemento, em dependência
das células que estiverem presentes no momento da intervenção. A
morfologia do reparo da região apical tem sido estudada e caracterizada
de duas formas: pelo aparecimento de substância radiopaca que obstrui
a abertura apical simplesmente ou pela complementação do
desenvolvimento radicular com deposição de tecido duro apical, podendo
a raiz do elemento dentário apresentar diversas configurações. O hidróxido
de cálcio continua sendo o material mais requisitado nesse tipo de
tratamento, mesmo que alguns pesquisadores sustentem que o
fechamento apical ocorra quando controlada a infecção e sem a utilização
de um material indutor de tecido mineralizado.

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Publicado

2007-03-30

Como Citar

Verônica Milicich SEIBEL, Renata Grazziotin SOARES, & Orlando LIMONGI. (2007). Histomorfologia do reparo após tratamento endodôntico em dentes com rizogênese incompleta: Revisão de literatura. RSBO, 3(2), 37–43. https://doi.org/10.21726/rsbo.v3i2.1317